As inscrições para as atividades do Fórum Social Mundial 2018 foram prorrogadas até 25 de fevereiro. Interessados podem se inscrever, pelo site – www.fsm2018.org -, nas modalidades: Participante, Comitê e Grupo […]
O país hoje é considerado a 11ª nação mais segura do mundo, segundo o Índice Global da Paz de 2016: registrou 112 incidentes envolvendo armas de fogo ao longo de 2016, segundo relatório do Departamento Nacional de Polícia Japonesa. No Brasil, o número de mortes por armas de fogo chegou a 44.861 vítimas em 2014, de acordo com Mapa da Violência 2016: Homicídios por armas de fogo.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) analisa o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens cujo objetivo é reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O relatório aponta que os jovens são os principais alvos da violência, pois representam cerca de 26% da população brasileira, mas correspondem a 58% das vítimas de homicídios praticados com arma de fogo.
O professor, sociólogo e pesquisador Julio Jacobo, coordenador da área de Estudos da Violência, da Flacso, diz que o Brasil tem uma segregação racial "exatamente igual" à África do Sul no período do Apartheid e que essa divisão é o pano de fundo para as mais de 786 mil mortes no país num período de 15 anos. Entre janeiro de 2001 e dezembro de 2015, o Brasil teve mais homicídios que as guerras de Síria e do Iraque.
Os dados oficiais sobre a população negra no Brasil indicam que esta é a parcela mais afetada pelos altos índices de violência da sociedade e a mais sujeita à violação de direitos. Os negros são maioria nos presídios e entre as vítimas de homicídios, ao mesmo tempo em que têm menos acesso à saúde e à educação e compõem o segmento mais pobre da população.
Por Alex Rodrigues, Agência Brasil Em todo o mundo, ao menos uma em cada três mulheres com mais de 15 anos já foi alvo de violência sexual, segundo dados da Organização […]
Representantes da Anistia Internacional das cinco regiões do país fizeram ato simbólico em frente ao Ministério da Justiça com caixão. Jovens levaram manifesto "Jovem Negro Vivo" com 63 mil assinaturas por políticas públicas. A cada 23 minutos, um jovem negro morre no país, segundo o Mapa da Violência da Flacso Brasil.
O relatório “Faces da desigualdade no Brasil. Um olhar sobre os que ficam para trás” será lançado no Colóquio Internacional “O desafio da igualdade no Brasil e na América Latina”, nos […]
A Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso) está completando 60 anos! Muitos aprendizados e histórias marcaram a trajetória da Flacso e de quem passou pela instituição. O organismo que nasceu […]