Miriam Abramovay, coordenadora de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, é uma das entrevistadas pelo Estadão para matéria sobre automutilação entre crianças e adolescentes.
Entre 2014 e 2017, foram registrados 2.351 casos de posse ou encontro de armas e/ou objetos perigosos nas mais de 5.000 escolas do sistema de ensino do estado de São […]
A socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Área de Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil participou de conferência no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em San José, na Costa […]
Para a coordenadora da área de Estudos sobre Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil, Miriam Abramovay, muitas escolas ainda reproduzem a lógica da meritocracia e do enfrentamento violento de […]
O Plenário do Senado aprovou o projeto que cria o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. A proposta (PLS 240/2016) é resultado dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assassinato de Jovens. O texto segue para a Câmara dos Deputados. O plano tem o objetivo de reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O foco dessa ação social serão os jovens negros e pobres, que lideram o ranking de mortes nessa faixa etária no país.
Até 18 de março estarão abertas as inscrições para a Especialização e o Curso Internacional em Políticas e Justiça de Gênero modalidade virtual. As aulas acontecerão entre abril de 2018 a março de 2019 na modalidade virtual. O objetivo geral é oferecer um espaço integral de formação teórica e prática para analisar as situações de desigualdades estruturais e específicas de gênero com base nas disposições contidas no ordenamento internacional dos direitos humanos das mulheres e estudar sua abordagem a partir das políticas públicas. A promoção é do Clacso e da Flacso Brasil com apoio da Agência Sueca para el Desarollo Internacional e OEA.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. O plano tem o objetivo de reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O foco dessa ação social serão os jovens negros e pobres, que lideram o ranking de mortes nessa faixa etária no país. Mapa da Violência de 2016, o relatório aponta que os jovens, apesar de alcançarem cerca de 26% da população, correspondem a 58% das vítimas de homicídios praticados com arma de fogo. De 1980 a 2014, mais de 480 mil jovens foram mortos com arma de fogo no Brasil.
Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos sobre Violência da Flacso Brasil, situa o alcance desproporcional das organizações criminosas em eventos como o Massacre do Carandiru, em São Paulo, no qual ao menos 111 presos foram executados pela polícia dentro da cadeia. “Diante de situações como estas, de graves violações dos direitos humanos, os presos tiveram que criar e fortalecer grupos de autodefesa, que hoje dominam a sociedade nos mais diversos níveis”, explica. Ele ainda afirma que o Estado tem conhecimento de como funciona toda a estrutura, mas é incapaz de atuar para minimizar o problema.
Dezenas de presos se amontoam no corredor de um presídio formando uma longa fila que termina em uma mesa servida fartamente com 146 linhas de cocaína. Um a um, os presos a aspiram em meio a um clima de festa e ostentação. Essas imagens, registradas com o celular por um detento e publicadas nas redes sociais, integram uma antologia alucinada de vídeos divulgados nos primeiros dias de 2018. Para Julio Waiselfiz, "haverá novas rebeliões e massacres dentro e fora das cadeias porque a crise de segurança não é exclusiva dos presídios.”