Por Matheus Leitão, Revista Veja

O acesso à Justiça depende, cada vez mais, da qualidade do acesso e da conexão à internet. Essa é a opinião de 96% dos juízes que participaram de uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisas Judiciais (CPJ) da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) em conjunto com o Laboratório de Acesso à Justiça e Desigualdade da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) e o Colégio Latino-Americano de Estudos Mundiais da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) sobre o uso de novas tecnologias pelo Judiciário. O estudo ouviu 1.859 juízes de 8 de fevereiro a 8 de março.

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