Da Globonews
Entre 1980 e 2014, a quantidade de vítimas de disparos com arma de fogo aumentou mais de 400%. De 2004 a 2014, enquanto o número de mortes de pessoas brancas diminuiu 20%, o índice de homicídio de pessoas negras subiu 50% . Esse levantamento é da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso).
Por Vinícius de Oliveira - Porvir
Ter um professor que saiba criar uma relação pessoal e de respeito, além de demonstrar domínio do conteúdo é uma das razões importantes para reter os alunos no espaço escolar. Esse é um dos destaques da pesquisa “Juventudes na escola sentidos e buscas
Por Fábio Rodrigues - Página 22
Composta em 1939, a emblemática Aquarela do Brasil , que se tornaria a matriz para o samba-exaltação [1], representa, logo de cara, o Brasil como um “mulato inzoneiro”. Ainda que fique meio escondida por trás do vocabulário pouco acessível de Ary Barroso, há – nesse verso e nessa canção – uma concepção precisa de brasilidade destilada em conformidade
Exposição "A arte como forma de denúncia: liberdade de expressão" começa hoje, no Café Cartum, e abre a programação das mídias livres no Fórum Social Temático Porto Alegre FSM 15 Anos, que acontece de 19 a 23 de janeiro. Reúne cartuns e cartunistas que refletem sobre os limites do humor quando direitos estão em jogo.
Jornal do Brasil - Pesquisa/ inédita do MEC, OEI e Flacso revela que a maioria dos jovens que abandona a escola deixa de estudar para trabalhar. Mas os entrevistados revelam a importância do professor na decisão de continuar na escola e afirmam que violência, pobreza e corrupção são apontados como problemas mais graves do que a qualidade do ensino.
Por Gil Alessi - El País
O soldado da Polícia Militar de São Paulo Anderson Silva Silva, de 32 anos, estava com amigos em um bar de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, quando três homens se aproximaram em duas motos e anunciaram o assalto. Silva reagiu, sacou sua pistola e foi baleado duas vezes. Chegou morto ao hospital.
Por Mariana Niederauer, no Correio Braziliense
A violência cotidiana que contorna os muros da escola e que, muitas vezes, invade esse espaço faz com que alunos e professores se sintam infelizes. Sem saber o que fazer diante de situações extremas, constantemente registradas em vídeo e compartilhadas com milhares de pessoas pela web, as instituições recorrem à punição como única forma de coibir casos de agressão ou de depredação do patrimônio.
“Pula sai do chão quem é contra a redução” foi o grito de guerra que o Bloco Eureca puxou no final da sua apresentação. O bloco, que veio de São Bernardo do Campo, São Paulo, realizou um cortejo de encerramento do encontro Pela absoluta prioridade da criança e adolescente. Sambas-enredos e sambas de roda pelos direitos da infância e adolescência estavam no repertório do grupo, formado exclusivamente por crianças e adolescentes.
O Brasil que queremos para nossas crianças e adolescentes foi o tema do primeiro painel de debates, na tarde da terça-feira (8), do Encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente, que acontece de 8 a 10 de dezembro, em Brasília (DF).