A socióloga Miriam Abramovay, coordenadora da Área de Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil participou de conferência no Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), em San José, na Costa […]
Segundo o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Flacso, os dois últimos anos marcam uma pequena estabilização na taxa de suicídio no Brasil, mas […]
Em entrevista ao jornal O Globo, a socióloga Miriam Abramovay, coordenadora do Programa Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, defende a necessidade de haver maior protagonismo dos […]
Com o objetivo de conhecer a escola a partir dos jovens, a pesquisa “Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?” revelou alguns mitos comuns sobre jovens e a escola: 1º mito: Eles não querem estudar, 2º mito: Alunos não valorizam o professor e 3º mito: A escola ideal é a que tem sala de aula tecnológica. Foram ouvidos mais 8 mil estudantes na faixa de 15 a 29 anos, o estudo foi realizado com o apoio da Flacso-Brasil, Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e do Ministério da Educação (MEC).
O Plenário do Senado aprovou o projeto que cria o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. A proposta (PLS 240/2016) é resultado dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Assassinato de Jovens. O texto segue para a Câmara dos Deputados. O plano tem o objetivo de reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O foco dessa ação social serão os jovens negros e pobres, que lideram o ranking de mortes nessa faixa etária no país.
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens. O plano tem o objetivo de reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O foco dessa ação social serão os jovens negros e pobres, que lideram o ranking de mortes nessa faixa etária no país. Mapa da Violência de 2016, o relatório aponta que os jovens, apesar de alcançarem cerca de 26% da população, correspondem a 58% das vítimas de homicídios praticados com arma de fogo. De 1980 a 2014, mais de 480 mil jovens foram mortos com arma de fogo no Brasil.
As inscrições para as atividades do Fórum Social Mundial 2018 foram prorrogadas até 25 de fevereiro. Interessados podem se inscrever, pelo site – www.fsm2018.org -, nas modalidades: Participante, Comitê e Grupo […]
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) analisa o projeto que institui o Plano Nacional de Enfrentamento ao Homicídio de Jovens cujo objetivo é reverter os altos índices de violência contra os jovens no prazo de dez anos. O relatório aponta que os jovens são os principais alvos da violência, pois representam cerca de 26% da população brasileira, mas correspondem a 58% das vítimas de homicídios praticados com arma de fogo.
Jovens de 15 a 29 anos estão se matando mais. O assunto que ainda é tabu nas famílias, escolas e rodas de conversas informais cresce a passos lentos, mas de forma constante no Brasil. Segundo o Mapa da Violência, entre 1980 e 2014, houve um aumento de 27,2% no número de suicídios dessa faixa etária. 90% dos suicídios poderiam ser evitados, segundo a OMS.