Na noite desta terça-feira (15), a presidenta Dilma Rousseff compareceu à 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista e anunciou um pacote de ações e medidas para o segmento. Entre elas, a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista e a homologação de terras indígenas.
#FalaParente é uma série de vídeos que busca mostrar a diversidade dos povos, organizações e opiniões dos cerca de 2 mil participantes da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista, que se reúnem entre os dia 14 e 17 de dezembro, em Brasília, para dialogar, avaliar e propor definições e acompanhamentos de programas e políticas públicas para a área.
Começou hoje (14), em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista. Representantes dos povos indígenas e autoridades governamentais participaram da mesa de abertura, que teve início com um ritual sagrado, celebrado por pajés de diversas etnias, lembrando a luta dos antepassados.
“Pula sai do chão quem é contra a redução” foi o grito de guerra que o Bloco Eureca puxou no final da sua apresentação. O bloco, que veio de São Bernardo do Campo, São Paulo, realizou um cortejo de encerramento do encontro Pela absoluta prioridade da criança e adolescente. Sambas-enredos e sambas de roda pelos direitos da infância e adolescência estavam no repertório do grupo, formado exclusivamente por crianças e adolescentes.
Teve início, na terça-feira (8), em Brasília (DF), o Encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente, que reúne cerca de 400 participantes. O público é composto de conselheiros de direitos da criança e do adolescente nacionais e estaduais, além de representantes do movimento negro, indígena, quilombola, de pessoas com deficiência, da população em situação de rua e de redes em defesa da infância e adolescência. A ativididade insere-se no âmbito dos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Palestra Universidade contemporânea: desafios e possibilidades, com Naomar de Almeida Filho (Reitor da Universidade Federal do Sul da Bahia). Dia 23/09, às 10 horas, na UERJ - Campus Maracanã, Rio de Janeiro/RJ.
Nos últimos anos, um conjunto de políticas públicas de ações afirmativas tem contribuído para ampliar o ingresso de camadas mais amplas da população em instituições de educação superior, como a adoção de cotas por instituições estaduais, a Lei de reserva de vagas nas instituições federais, além de iniciativas como o Reuni, o Prouni e o Fies.
Este processo de democratização traz novos desafios para as instituições, para as redes públicas de ensino médio, para os movimentos sociais e organizações que se dedicam a essa agenda, assim como para os pesquisadores das ações afirmativas e os próprios estudantes.
“Na época da criação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tínhamos uma grande esperança de mudanças substancias na sociedade brasileira. A revolução social estava na nossa agenda e aquele sonho era uma pauta cotidiana. Na contramão disso tínhamos uma ditadura, mas também um processo constituinte e movimentos populares”, lembrou Benedito Rodrigues dos Santos, professor e pesquisador da Universidade Católica de Brasília e consultor do Unicef, durante Roda de Diálogo em comemoração aos 25 anos do ECA.
A 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista entra este mês nas etapas regionais. Depois das etapas locais em 130 comunidades e terras indígenas, serão realizados 26 encontros em todo o país durante os meses de agosto e setembro.