Duração: 12 meses

Início: Outubro de 2022

Modalidade: A distância

Coordenação: Isabel Piper Shafir

Inscrições: abertas

4ª Turma (2022 – 2023)

Especialização e Curso Internacional
Modalidade: Virtual
Especialização: 40 créditos, 360 horas / aula
Curso Internacional: 9 créditos, 90 horas / aula
Duração: outubro de 2022 a agosto de 2023

Resolución CD 2020.03/09

COORDENAÇÃO GERAL
Isabel Piper Shafir (Universidad de Chile, Chile)
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Belén Rojas (LCSP, Univesidad Paris Diderot, Francia)
COMITÊ ACADÊMICO
Andrea Azevedo (Flacso Brasil), Isabel Piper Shafir (Universidad de Chile e CLACSO), Pilar Calveiro Garrido (Universidad Autónoma de la Ciudad de México) e Peter Winn (Universidade de Tufts, Estados Unidos).
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Belén Rojas (LCSP, Univesidad Paris Diderot, Francia)
Andrea Azevedo (Flacso Brasil)
As certificações da Especialização e do Curso Internacional serão realizadas pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso).

FUNDAMENTAÇÃO

A preocupação com a memória coletiva surge nas sociedades que procuram deixar para trás a violência de uma guerra, de confrontos armados ou de uma ditadura para construir formas democráticas de convivência. A memória coletiva é proposta como parte do dispositivo de transição, como estratégia de reparação dos danos causados pela violência e como elemento que permitiria que atos de violência nunca mais ocorressem. Porém, no século XXI, a preocupação com o tema está se deslocando das reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos, para uma busca pela compreensão do presente a partir de sua articulação com o passado. A preocupação central não está mais exclusivamente na recuperação da memória das vítimas de violações dos direitos humanos, mas na multiplicidade de vozes que constroem histórias sobre o passado, e na recuperação não só de experiências de dor, mas sobretudo de lutas e resistências, e sua articulação com processos como as relações de gênero e os processos migratórios.

Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em questão não são apenas as interpretações do passado, mas os significados de quem somos como sociedade e nossos futuros possíveis. A força simbólica da memória reside em seu caráter de produtora de sujeitos, relações e imaginários sociais, uma potência que a torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mas o simples fato de lembrar ou esquecer certos eventos não garante seu caráter transformador, mas depende da capacidade de suas práticas de enfatizar as versões hegemônicas vigentes em uma determinada ordem social. Assumindo esse desafio, neste espaço de formação buscamos analisar conjuntamente as ações em que nos engajamos na lembrança, problematizando as versões do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que fomentam formas diferentes e móveis de produzir sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não só relembrar a violência que eles exerceram em nossa história recente, mas também compreender aqueles elementos que contribuíram para seu restabelecimento.

Sempre usando a memória como chave de compreensão, vamos explorar suas articulações com as lutas políticas que se travam no presente. Faremos uma reflexão crítica sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria do desaparecimento forçado e seus usos atuais, bem como o fenômeno das migrações contemporâneas. Convidamos você a pensar sobre as possíveis relações entre memória e gênero, a partir de uma perspectiva feminista.

OBJETIVOS

Objetivos gerais
Conhecer e compreender os debates contemporâneos sobre memória coletiva, suas políticas e práticas, bem como as relações entre esta e a violência contemporânea, especialmente aquelas relacionadas à ação política, violência de gênero e aquelas relacionadas aos processos migratórios.

Objetivos específicos

  • Conhecer as experiências de desenvolvimento e implementação de políticas de memória, direitos humanos e resistência na América Latina.
  • Refletir criticamente sobre as articulações entre processos de memória coletiva e lutas políticas na América Latina.
  • Refletir criticamente sobre a articulação do campo da memória e das perspectivas de gênero e feministas, levando em consideração as consequências teóricas, metodológicas e políticas desse referencial.
  • Refletir sobre o potencial crítico que os espaços de memória têm para intervir no debate dos dilemas atuais que envolvem novas violências ou formas de violação de direitos.
  • Refletir sobre as transformações e possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento a partir de sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
  • Descrever e analisar como a análise da intersecção entre memórias coletivas e migrações coloca em tensão as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abre espaços para sua reconsideração.
  • Desenvolver a capacidade de construir memórias críticas e feministas em torno de conflitos políticos violentos e experiências de resistência.
  • Contribuir para o desenvolvimento de pesquisas sobre memória, direitos humanos e movimentos sociais.
  • Oferecer formação a funcionários e ativistas sociais na área de memória, direitos humanos e resistência.
  • Desenvolver abordagens temáticas, disciplinares e conceituais que contribuam para uma integração das proposições teóricas e debates abordados nos diferentes espaços curriculares da Especialização.
EQUIPE DOCENTE

Pilar Calveiro (Universidad Autónoma de la Ciudad de México), Isabel Piper (Universidad de Chile), Ricard Vinyes (Universidad de Barcelona), Margarita Vannini (Universidad Centroamericana, Nicarágua), Lupicinio Iñiguez (Universidad Autónoma de Barcelona), Alejandro Castillejo (Universidad de los Andes, Colômbia), Bruno Groppo (Centre national de la recherche scientifique, França), Javier Trimboli (Universidad Pedagógica Nacional, Argentina), Ana Rüsche (Flacso Brasil), Ana Cacopardo (Universidad de Lanus, Argentina), Gabriel Gatti (Universidad del País Vasco, Espanha), Ana Barletta (Universidad Nacional de La Plata, Argentina), Belen Rojas (Universidad Paris Diderot – Paris 7, França), Marisela Montenegro (Universidad Autónoma de Barcelona), Loreto Lopez (Universidad de Chile), Caterine Galaz (Universidad de Chile), Ana Gugliemucci (Universidad de Buenos Aires, Argentina).

ESTRUTURA ACADÊMICA

A Especialização em Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistências terá duração anual e requer para certificação a realização de um seminário intensivo, um curso internacional e dois seminários virtuais eletivos da oferta curricular, uma oficina de apoio à elaboração do trabalho final e a elaboração de um trabalho integrador final.

Os alunos da especialização e do curso internacional terão o apoio de tutoras e tutores acadêmicos que acompanharão os seminários virtuais e orientarão a realização dos trabalhos finais.

Terminada a entrega dos seminários, os alunos terão um prazo de quatro meses para entrega do trabalho final. Se estiver pendente a conclusão de créditos, também terão esse prazo para cumpri-los.

A Especialização credencia 360 horas e o Curso Internacional o total de 90 horas.

ESCLARECIMENTO
Quem se inscrever na Especialização completa não precisa fazer inscrição separadamente no Curso Internacional.

Os cursos podem ser ministrados em espanhol ou português indistintamente, ambas as línguas oficiais da Flacso e do Clacso.

OFERTA CURRICULAR

Os seminários virtuais serão oferecidos indistintamente em espanhol ou português. A bibliografia poderá ser oferecida nas duas línguas oficiais do curso, de acordo com a disponibilidade. As intervenções dos alunos nos fóruns de discussão também poderão ser nessas línguas. O trabalho integrador final poderá ser em espanhol ou português.

Curso Internacional

Debates Atuais sobre Memórias Coletivas, Gênero e Direitos Humanos
Resumo: Esta unidade curricular pretende dialogar os saberes e experiências produzidos em torno dos processos de memória coletiva, práticas de resistência e Direitos Humanos. Contará com a participação de pensadores que, de diversas disciplinas e contextos, abordarão a análise dos processos de memória coletiva em relação a políticas públicas, gênero e feminismos, arte e cultura, processos migratórios, Direitos Humanos, violência política, práticas de resistências, museus, lugares de memória e monumentos.
Coordenação: Isabel Piper Shafir (Universidad de Chile, Chile)

Seminários Eletivos

1. Memórias coletivas e lutas políticas
Resumo: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido vinculado à reflexão sobre a violência política das guerras, confrontos armados e ditaduras militares nas últimas décadas. O enfrentamento das violências do passado resultou no desenvolvimento de políticas de memória, entendendo-as tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas de organizações sociais ou grupos políticos envolvidos na ação de relembrar os conflitos políticos vividos em seus contextos locais. Vamos nos deter em alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.
Veremos como, nos contextos atuais, em diferentes regiões e países da América Latina, as diversas práticas de resistência aos atuais cenários de exploração, expropriação, concentração de riquezas e violência pública e privada, remontam a uma memória que recupera os diferentes saberes da luta política, tornando-se uma memória ativa. No contexto global, a resistência tende a ser local. Faremos uma revisão e análise de experiências de resistência no México e no interior andino do Peru, Argentina e Chile.
A análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países latino-americanos nos leva a argumentar que, embora contribuições significativas tenham sido feitas para entender os processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para enfrentar e elaborar as consequências que estas têm na sociedade e nas pessoas, é grande o desafio de compreender, decodificar ou estabelecer vínculos com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, nas quais se articulam novas e velhas violências políticas e formas de resistência.
No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em recurso político para atuar no presente nos ajudará a repensar a memória como agente que contribui para a transformação.
Coordenação: Isabel Piper (Universidad de Chile, Chile)

2. Memórias coletivas e perspectivas feministas
Resumo: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas formas de compreender essa articulação: de um lado, entendendo a memória coletiva construída por sujeitos de gênero, e de outro, explorando diferentes abordagens feministas presentes neste campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias elaboradas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros agentes sociais em relação às suas posições de gênero no presente e no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles narram.
Por meio dessas análises, pretende-se analisar exercícios de contramemória (ARFUCH, 2013; LUONGO, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco exploradas nas memórias hegemônicas: por exemplo, visualizar como os ordenamentos de gênero são desestabilizados ou preservados na construção dessas memórias, ou como se estruturam processos híbridos de afetividade, ação política e resistência ao relembrar determinados eventos e contextos. Isso se deve ao fato de compreendermos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que se articulam por meio de acontecimentos/espaços (ZALAQUET, 2011).
Por fim, o curso analisará diversos estudos da memória coletiva de países ibero-americanos que justamente vertem uma perspectiva de gênero na compreensão dos processos de construção da memória coletiva, seja para tornar visíveis as experiências – de vitimização e/ou resistência política – que foram silenciadas por uma memória hegemônica masculinizada e heterossexista, ou para instalar compreensões de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das formas como diferentes episódios são narrados a partir do presente.
Coordenação: Marisela Montenegro (Universidad Autónoma de Barcelona, Espanha) e Caterine Galaz (Universidad de Chile, Chile)

 3. Memórias migrantes
Resumo: O objetivo desta unidade curricular é dialogar com os processos de memória coletiva e de migrações, com o interesse de iluminar novos contornos que nos permitam compreender melhor a complexidade de cada um, num contexto de globalização e capitalismo avançado.
Nesse sentido, abordaremos as nuances particulares dos problemas considerados fundamentais pelos estudos da memória como os lugares e as comemorações; disputas entre memórias oficiais e memórias informais; museificação e patrimonialização. Também com o objetivo de examinar dinâmicas como as memórias sem lugar e o “não lugar” das migrações; a interpelação dos imaginários da exclusão e os limites do pertencimento; as iniciativas culturais como alternativas de gestão das tensões políticas, seu caráter conflituoso e também suas potencialidades.
Da mesma forma, vamos nos debruçar em problemas que ganham força no estudo das migrações contemporâneas, como a diáspora e os espaços transnacionais; a subjetividade dos migrantes e os impactos dos regimes de mobilidade em seu futuro. Trata-se de analisar o tensionamento das fronteiras nacionais como contornos da memória coletiva e o potencial das memórias e contramemórias na configuração da resistência à subordinação e articulações da diferença (BRAIDOTTI, 2006), durante as trajetórias migratórias.
Coordenação: Belén Rojas (Universidade de Utrecht, Países Baixos)

4. Desaparecimentos: uma categoria latino-americana transnacionalizada
Resumo: O curso reflete sobre a genealogia, transformação e possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento. Usado para os casos da Argentina, Chile ou Uruguai nos anos 70, do México ou da Colômbia hoje, e se olharmos para trás e longe na Guerra Civil Espanhola, na Alemanha nazista dos anos 40, no Camboja do Khmer Vermelho nos anos 70 ou na Bósnia na guerra dos anos 90. São centenas, milhares e milhões de casos que são nomeados como desaparecimentos e desaparecimentos.
Coordenação: Gabriel Gatti (Universidad del País Vasco, Espanha)

5. Espaço e memória: passados de violência política na América Latina
Resumo: Este seminário busca refletir sobre as formas como as sociedades latino-americanas enfrentaram a violência política no passado, sejam ditaduras ou conflitos armados internos que vivenciaram ao longo do século XX e parte do XXI, por meio dos processos de memória empreendidos por diferentes atores sociais. Por meio deste seminário abordaremos as formas públicas de memória que se constroem sobre a violência do passado, analisando a capacidade crítica que os processos de memória implantados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, questionam o presente dessas sociedades, em particular sobre as novas violências e os conflitos atuais.
Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidad de Buenos Aires, Argentina) e Loreto López (Universidad de Chile, Chile)

6. História recente, usos públicos do passado e ação coletiva
Resumo: Este seminário busca refletir sobre as formas como as sociedades latino-americanas enfrentaram a violência política no passado, sejam ditaduras ou conflitos armados internos que vivenciaram ao longo do século XX e parte do XXI, por meio dos processos de memória empreendidos por diferentes atores sociais. Por meio deste seminário abordaremos as formas públicas de memória que se constroem sobre a violência do passado, analisando a capacidade crítica que os processos de memória implantados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, questionam o presente dessas sociedades, em particular sobre as novas violências e os conflitos atuais.
Coordenação: Ana María Barletta e Emmanuel Kahan (Universidad Nacional de La Plata, Argentina)

7. Lutas e memória na arte latino-americana
Resumo: Este curso tem como objetivo abordar a memória da história e as lutas populares na produção estética latino-americana em suas diferentes formas: nas artes visuais, na música popular, na poesia, na literatura, no cinema e no teatro.
Coordenação: Ana Rüsche (Flacso, Brasil)

Oficina de apoio à elaboração do trabalho final
Resumo: A oficina é um espaço de formação destinado a orientar a elaboração do trabalho integrador final da especialização. Os estudantes terão acompanhamento e orientação na elaboração do objeto de análise, na sua tradução em problema de estudo viável, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de redes argumentativas e na definição de conclusões analíticas. Essas tarefas serão realizadas individual e coletivamente por meio de intercâmbio entre pares e com o professor responsável pela oficina, através do fórum de discussão. O objetivo da oficina é a produção do esboço do trabalho final da especialização. O trabalho integrador final poderá ser em espanhol, português ou inglês.

CRONOGRAMA

FORMAS DE PAGAMENTO
CM Pleno: se você pertence a um Centro Membro Pleno do CLACSO.
CM Associado: Se você pertence a um Centro Associado do CLACSO.
Sem vínculo: Se você NÃO possui nenhum desses vínculos com o CLACSO.
ESPECIALIZAÇÃO
Pagamento em uma parcela até o dia 05/09 Pagamento em uma parcela após 05/09 Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno USD 400 USD 570 USD 750 (3 x USD 250)
CM Associado USD 530 USD 700 USD 1020 (3 x USD 340)
Sem Vínculo USD 600 USD 960 USD 1290 (3 x USD 430)
CURSO INTERNACIONAL
Pagamento em uma parcela até o dia 05/09 Pagamento em uma parcela após 05/09 Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno USD 115 USD 230 USD 315 (3 x USD 105)
CM Associado USD 175 USD 290 USD 420 (3 x USD 140)
Sem Vínculo USD 240 USD 360 USD 540 (3 x USD 180)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito, depósito ou transferência bancária.

PERGUNTAS FREQUENTES

Quem pode participar da Especialização e do Curso Internacional?
A Especialização e o Curso Internacional são destinados a graduados e estudantes de pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e militantes de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos e agentes da área jurídica, jornalistas, comunicadores e assessores de imprensa; membros e dirigentes de organizações não governamentais e profissionais interessados no assunto.

O que devo fazer para me inscrever?
Para participar é necessário que você se inscreva através da página web.
As inscrições estarão abertas entre os dias 26 de julho e 20 de setembro.

Como sei que estou inscrito/a?
Ao finalizar o processo de inscrição você receberá uma confirmação por e-mail. E no dia de início do curso serão enviados os dados de acesso à plataforma virtual.

O que acontece se eu não cursar, não concluir ou for reprovado/a nos Seminários Eletivos e obrigatórios exigidos pela Especialização?
No caso de não ser concluída alguma das instâncias de formação obrigatórias, em todos os casos, deverá ser pago um valor adicional para recuperação do referido crédito.

Critérios excepcionais: em casos excepcionais (questões de saúde, familiares ou humanitárias) e nos primeiros dois meses de início da Especialização, o aluno poderá solicitar a saída da turma e retomá-la no ano seguinte. Em todos os casos, os motivos que justificam o pedido devem ser apresentados por escrito. Dois meses após o início do curso, não será mais possível solicitar esse procedimento.

Somente será possível a devolução do valor pago nos casos em que CLACSO e Flacso Brasil cancelem a realização de algum seminário.

Quando as aulas começam e quando terminam?
As aulas terão início a partir de setembro de 2022 e serão concluídas em agosto de 2023.

Como posso acessar as aulas?
Todos/as os/as estudantes receberão as instruções necessárias para acessar as aulas, bibliografia e fórum de discussão através da plataforma virtual de CLACSO.

Como poderei utilizar o Espaço de Formação Virtual?
O acesso e a navegação pelo Espaço de Formação Virtual acontecem de maneira simples e clara. De qualquer forma, uma equipe de apoio técnico e acadêmico estará sempre à disposição.

O que devo fazer para obter o certificado da Especialização?
Deverá aprovar o Curso Internacional, dois (2) seminários virtuais eletivos, a oficina de apoio à realização do trabalho final e realizar o trabalho integrador final.

Sem exceção, para receber o certificado da especialização todos os espaços formativos devem ser concluídos e aprovados.

Como será a avaliação da Especialização?
Para obter o certificado da Especialização, você deve concluir um trabalho integrador final. A oficina de apoio à realização do trabalho final é obrigatória e vai ajudá-lo nesse processo.

O que devo fazer para obter o certificado do Curso Internacional?
Deverá participar das aulas e atividades propostas pelos professores/as e realizar o trabalho integrador final.

Vou receber um certificado por ter concluído a Especialização ou o Curso Internacional?
Sim, a Especialização e o Curso Internacional são certificados pela Flacso Brasil e pelo Clacso. A especialização tem carga horária total de 360 horas e o curso internacional 90 horas. O envio do certificado de conclusão será feito de forma digital e é totalmente gratuito. O mesmo, em formato físico, pode ser obtido gratuitamente na sede do Clacso, em Buenos Aires, ou nas sedes da Flacso no Brasil (Brasília, Rio de Janeiro ou São Paulo). O diploma internacional de Especialista é emitido pela Secretaria-Geral da Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados aqui.

Posso legalizar ou validar a Especialização?
A Especialização e o Curso Internacional são credenciados pela Flacso Brasil e pelo Clacso. O diploma internacional de Especialista é emitido pela Secretaria-Geral da Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na aqui.

Qual é o custo da Especialização?
Veja a tabela de preços e modalidades, disponível acima.

Caso deseje a certificação internacional expedida pela Secretaria-Geral da Flacso, deverá ser pago um custo adicional.*

*A emissão do diploma impresso, junto com o histórico de notas, custa USD 200,00 (duzentos dólares). O valor inclui o envio dos documentos impressos e assinados para o endereço residencial do estudante. Os procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados aqui.

Qualquer outra dúvida entre em contato através dos e-mails posgraduacao@flacso.org.br e memoria4@clacso.edu.ar ou envie um WhatsApp para +5491138801388.

Para tratar de desconto para grupos e instituições, você pode entrar em contato com descuentosinstitucionales@clacso.edu.ar.

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