Por Gil Alessi - El País
O soldado da Polícia Militar de São Paulo Anderson Silva Silva, de 32 anos, estava com amigos em um bar de Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, quando três homens se aproximaram em duas motos e anunciaram o assalto. Silva reagiu, sacou sua pistola e foi baleado duas vezes. Chegou morto ao hospital.
Por Mariana Niederauer, no Correio Braziliense
A violência cotidiana que contorna os muros da escola e que, muitas vezes, invade esse espaço faz com que alunos e professores se sintam infelizes. Sem saber o que fazer diante de situações extremas, constantemente registradas em vídeo e compartilhadas com milhares de pessoas pela web, as instituições recorrem à punição como única forma de coibir casos de agressão ou de depredação do patrimônio.
Por Antônio Gois, do Globo
Trabalho, gravidez e ensino desinteressante empurram jovens para fora da escola, mas bons professores podem fazer a diferença
O Brasil que queremos para nossas crianças e adolescentes foi o tema do primeiro painel de debates, na tarde da terça-feira (8), do Encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente, que acontece de 8 a 10 de dezembro, em Brasília (DF).
Resultados da pesquisa foram divulgados depois de seis meses de trabalho desenvolvido em escolas públicas, quatro do município de São Luís e 19 da rede estadual de ensino, entre elas o Liceu Maranhense. O objetivo é conhecer a realidade vivenciada por alunos e educadores no que diz respeito à violência nas escolas, problema apontado por um em cada quatro brasileiros em 2014, de acordo com dados do Anuário de Segurança Pública.
Conversamos com as autoras do livro Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?, as pesquisadoras da Flacso Brasil Miriam Abramovay e Mary Garcia Castro, que publicaram a obra em coautoria com o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, também da instituição. A obra, lançada em novembro em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e o Ministério da Educação...
Um ato solene da Comissão Mista de Combate à Violência contra a Mulher marcou o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra Mulheres no Congresso Nacional. Os dados do Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil foram apresentados aos parlamentares e demais presentes pelo sociólogo e pesquisador da Flacso Brasil Julio Jacobo Waiselfisz.
Juventudes, violências e o Estado: Jovens em territórios com o programa Unidades de Polícia Pacificadora no Rio de Janeiro, realizado por Miriam Abramovay, coordenadora da área de Juventude e Políticas Públicas da Flacso Brasil, e Mary Garcia Castro, professora da Universidade Católica do Salvador (Ucsal), discute a difícil relação da “juventude pobre, negra - estigmatizada por uma série de preconceitos da sociedade - com o Estado, considerando que o programa das UPPs chega a ela por um aparato de segurança pública historicamente repressivo: a polícia”.
O Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil foi lançado nesta segunda-feira (9). O estudo, realizado pela Flacso Brasil, aponta um aumento de 21% no número de feminicídios no país, entre 2003 e 2013, quando 13 mulheres foram mortas por dia no Brasil.
Neste mesmo período, os homicídios contra mulheres negras aumentaram 54% - passando de 1.864 em 2003, para 2.875 em 2013 - enquanto diminuíram contra mulheres brancas - de 1.747 em 2003, para 1.576 em 2013.