A Flacso Brasil recebeu, nesta quarta-feira (18), a visita do secretário-executivo e ministro em exercício do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Eloy Terena. A recepção foi conduzida pela diretora da […]
Exposição "A arte como forma de denúncia: liberdade de expressão" começa hoje, no Café Cartum, e abre a programação das mídias livres no Fórum Social Temático Porto Alegre FSM 15 Anos, que acontece de 19 a 23 de janeiro. Reúne cartuns e cartunistas que refletem sobre os limites do humor quando direitos estão em jogo.
Estudo da Flacso Brasil revela que entre 1980 e 2014 morreram no Brasil 967.851 vítimas de disparo de arma de fogo. Morrem duas vezes mais negros que brancos vitimados por ela.
Homicídio contra negras aumenta 54% em 10 anos, aponta Mapa da Violência 2015. Estudo revela ainda que 50,3% das mortes violentas de mulheres são cometidas por familiares e 33,2% por parceiros ou ex-parceiros. Entre 1980 e 2013 foram vítimas de assassinato 106.093 mulheres, 4.762 só em 2013. O Mapa da Violência 2015, elaborado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), aponta um aumento de 54% em dez anos no número de homicídios de mulheres negras, passando de 1.864, em 2003, para 2.875, em 2013. No mesmo período, a quantidade anual de homicídios de mulheres brancas caiu 9,8%, saindo de 1.747 em 2003 para 1.576 em 2013.
O Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres no Brasil foi lançado nesta segunda-feira (9). O estudo, realizado pela Flacso Brasil, aponta um aumento de 21% no número de feminicídios no país, entre 2003 e 2013, quando 13 mulheres foram mortas por dia no Brasil.
Neste mesmo período, os homicídios contra mulheres negras aumentaram 54% - passando de 1.864 em 2003, para 2.875 em 2013 - enquanto diminuíram contra mulheres brancas - de 1.747 em 2003, para 1.576 em 2013.
Manifesto do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, instância colegiada de natureza consultiva, vinculada à Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, da qual a Flacso Brasil é membro.
“Mais um ano se passou e o que?” questionava Ana Paula de Oliveira, que perdeu o filho em 2013, quando ele tinha 19 anos. Johnathan de Oliveira Lima foi morto por um policial da Unidade de Polícia Pacificado (UPP) de Manguinhos, no Rio de Janeiro, com um tiro nas costas, quando voltava da casa da namorada. Ela e outras mães de adolescentes e jovens assassinados por agentes do Estado se reuniram na noite de quarta-feira (22) em uma vigília para marcar os 22 anos da Chacina da Candelária.