Teve início, na terça-feira (8), em Brasília (DF), o Encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente, que reúne cerca de 400 participantes. O público é composto de conselheiros de direitos da criança e do adolescente nacionais e estaduais, além de representantes do movimento negro, indígena, quilombola, de pessoas com deficiência, da população em situação de rua e de redes em defesa da infância e adolescência. A ativididade insere-se no âmbito dos 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Na tarde dessa quarta-feira (9), participantes do Encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente realizaram um painel sobre os 25 anos do ECA: Rumo à X Conferência Nacional DCA. O evento acontece em Brasília até quinta-feira (10) e reúne mais de 400 pessoas de todo o país com o objetivo de construir uma agenda propositiva, inclusiva e diversa a favor dos direitos de meninos e meninas do país.
Crianças, adolescentes e adultos falam de suas experiências e histórias de vida, em diálogo com a luta em defesa dos direitos humanos. Esta é a proposta da campanha 1 minuto pela infância, promovida pelo Conanda, durante o encontro Pela Absoluta Prioridade da Criança e do Adolescente, que se encerra nesta quinta-feira (10), em Brasília.
“Pula sai do chão quem é contra a redução” foi o grito de guerra que o Bloco Eureca puxou no final da sua apresentação. O bloco, que veio de São Bernardo do Campo, São Paulo, realizou um cortejo de encerramento do encontro Pela absoluta prioridade da criança e adolescente. Sambas-enredos e sambas de roda pelos direitos da infância e adolescência estavam no repertório do grupo, formado exclusivamente por crianças e adolescentes.
Começou hoje (14), em Brasília, a 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista. Representantes dos povos indígenas e autoridades governamentais participaram da mesa de abertura, que teve início com um ritual sagrado, celebrado por pajés de diversas etnias, lembrando a luta dos antepassados.
#FalaParente é uma série de vídeos que busca mostrar a diversidade dos povos, organizações e opiniões dos cerca de 2 mil participantes da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista, que se reúnem entre os dia 14 e 17 de dezembro, em Brasília, para dialogar, avaliar e propor definições e acompanhamentos de programas e políticas públicas para a área.
Na noite desta terça-feira (15), a presidenta Dilma Rousseff compareceu à 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista e anunciou um pacote de ações e medidas para o segmento. Entre elas, a criação do Conselho Nacional de Política Indigenista e a homologação de terras indígenas.
A 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista expõe em seus corredores 26 Linhas do Tempo contendo marcos históricos da política indígena e indigenista no Brasil. O material foi confeccionado a partir da organização, sistematização e revisão das produções das diversas Rodas de Conversa-Diagnóstico, realizadas nas Conferências Regionais, e faz um resgate importantes da memória e história dos povos originários.
O som dos maracás tomou conta da plenária final da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista, quinta-feira (17), em Brasília. Cada vez que uma proposta era votada, o instrumento tradicional era balançado pelos mais de 1.300 representantes dos povos originários que participavam do encontro. A plenária aprovou ao todo 866 propostas, que formam o conjunto de Diretrizes da Política Nacional Indigenista, 216 delas foram acolhidas como urgentes.