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Por Marina Baldoni Amaral

A pesquisa Juventudes na escola, sentidos e buscas: Por que frequentam?, realizada pela Flacso Brasil, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) e o Ministério da Educação (MEC), foi lançada nessa sexta-feira (6), em Brasília, durante  Encontro do Programa de Inclusão de Jovens e Adultos (Projovem Urbano), do MEC.

Pensando nos motivos que levam alguns estudantes a permanecerem na escola e outros, a abandonarem, o estudo busca escutar suas narrativas e olhares sobre o contexto escolar e o que pensam em relação às políticas públicas relacionadas à educação. O objetivo é conhecer quem são os jovens que frequentam a escola e assim identificar o lugar da escola na produção do conhecimento, o clima escolar, as relações com os professores e entre os alunos.

Miriam Abramovay, coordenadora da pesquisa e da Área de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, entende que o estudo é fundamental por trazer é uma visão geral dos jovens nas escolas, suas relações com o ensino, o saber e o professor, e o que pensam da realidade do Brasil e questões como aborto e descriminalização das drogas. “A descoberta mais importante é a importância do professor na escola. Se existe um bom professor, eles não abandonam a escola”, diz.

Para Claudia Veloso, diretora de Políticas de Educação para a Juventude do MEC, “o livro nos responde uma pergunta muito importante: porque o jovem frequenta a escola. Temos vários estudos que dizem porque eles deixam a escola, e essa nos diz os motivos que os levam a ficar”.

O estudo mostra também que, embora a maioria dos jovens ache que a escola deveria discutir preconceitos, suas opiniões sobre temas relacionados a identidades e reconhecimento de direitos – como cotas, racismo, homofobia, maioridade penal, entre outros – reproduzem de valores do senso comum e são influenciadas “por ‘achismos’ e preconceitos não informados por conhecimentos construídos”.

Confira o livro na íntegra.