fbpx
Customize Consent Preferences

We use cookies to help you navigate efficiently and perform certain functions. You will find detailed information about all cookies under each consent category below.

The cookies that are categorized as "Necessary" are stored on your browser as they are essential for enabling the basic functionalities of the site. ... 

Always Active

Necessary cookies are required to enable the basic features of this site, such as providing secure log-in or adjusting your consent preferences. These cookies do not store any personally identifiable data.

No cookies to display.

Functional cookies help perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collecting feedback, and other third-party features.

No cookies to display.

Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics such as the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.

No cookies to display.

Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.

No cookies to display.

Advertisement cookies are used to provide visitors with customized advertisements based on the pages you visited previously and to analyze the effectiveness of the ad campaigns.

No cookies to display.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (17) mostram que as jovens de 15 a 29 anos que têm filhos enfrentam mais dificuldade para manter seus estudos ou continuar no mercado de trabalho do que as mulheres desta idade que não têm filhos. Segundo os dados cruzados a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), 35% das brasileiras dessa idade têm pelo menos um filho. Divididas em quatro grupos, o das jovens que só estudam, das que trabalham e estudam, das que só trabalham e das que nem trabalham nem estudam, as que têm pelo menos um filho só são maioria no último caso.

Só 14,4% das mulheres de 15 a 29 anos que trabalham e estudam têm filhos. Decidar-se apenas aos estudos depois de ter um ou mais filhos parece uma tarefa ainda mais difícil, de acordo com a pesquisa. Entre as jovens dessa idade que só estudam, as que são mães respondem por apenas 7,1% do total de matrículas. Segundo o IBGE, 44% das jovens que trabalham e estudam também são mães.

Mas a mães adolescentes ou jovens representam 57,1% das mulheres de 15 a 29 anos que não têm nem um emprego nem estão estudando.

Considerando os dois gêneros, a proporção dos jovens de 15 a 29 anos que só estudavam foi de 22,7% em 2013. Já a porcentagem daqueles que trabalhavam e estudavam foi de 13%. Jovens que só trabalhavam respondiam por 44,% dos entrevistados, e, segundo o IBGE, praticamente um em cada cinco jovens nessa faixa etária não frequentava escola nem trabalhava. Entre os jovens nesta situação, 45,8% vivem no Nordeste ou no Norte.

Afazeres domésticos

Os homens de 15 a 29 anos continuam contribuindo menos para os afazeres domésticos do que as mulheres da mesma idade. Segundo o IBGE, 40,8% deles afirmaram que cuidavam de afazeres domésticos na semana de referência da Pnad. Entre as mulheres, essa porcentagem subiu para 82,4%.

Em média, as mulheres trabalham 20,2 horas por semana no cuidado da casa, mais que o dobro da quantidade média de 9,2 horas que os homens jovens dedicavam a esses afazeres toda semana.

Os homens que não trabalham nem estudam são também os que menos ajudam em casa. Segundo a Pnad 2013, só 39,3% deles cuidavam dos afazeres domésticos no ano passado. Os que mais ajudam são os homens jovens que só se dedicam aos estudos (42%).

Já entre as mulheres, entre as que têm trabalho e estudos na rotina diária, 74,6% também cuidavam dos afazeres de casa. Das que só estudam, 77,9% ajudavam em casa. As mulheres de 15 a 29 anos que só trabalham também cuidam da casa, assim como 89,2% das mulheres que afirmaram estarem fora do mercado de trabalho e da sala de aula.