As universidades do exterior exigem uma pontuação mínima de 80 pontos de um total de 120 na modalidade digital do exame.
Nunca os universitários brasileiros precisaram se preocupar tanto com o teste de proficiência em inglês Toefl (Test of English as a Foreign Language). Considerado o principal exame de certificação em língua estrangeira do Ciência sem Fronteiras (CsF) – programa que concede bolsas de estudos no exterior –, o Toefl é um dos requisitos exigidos para o ingresso dos alunos em universidades estrangeiras, especialmente nos Estados Unidos. O país norte-americano é o que mais recebe bolsistas pelo programa.
O CsF, criado com a meta de enviar 101 mil estudantes ao exterior até 2015 – sendo 65% deles alunos de graduação – já garantiu bolsas para mais de 80 mil estudantes. O problema é que alguns deles tiveram que abandonar o programa porque não conseguiram atingir a pontuação do Toefl exigida pelas universidades lá fora.
Essa pontuação exigida pelas instituições é um dos principais desafios que parte dos candidatos enfrenta durante a seleção do programa. A grande maioria das faculdades do exterior exige uma pontuação mínima de 80 pontos de um total de 120 na modalidade iBT (Internet Based Test).
Para o estudante que pretende fazer cursos de pós-graduação o quadro é ainda mais complicado. Isso porque as instituições mais prestigiadas exigem uma pontuação de mais de 100 pontos. E alcançar esse nível não é fácil. É preciso conhecer, previamente, a prova, além de se dedicar de forma extensiva durante a fase de preparação prévia
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