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Ministro da Educação afirmou que governo respeita decisão do Congresso de reduzir participação para 75%, destinando o restante à saúde

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu a destinação da totalidade dos royalties do petróleo para sua área ante a decisão da Câmara dos Deputados em reduzir a fatia para 75%. Da forma que passou a matéria na noite da última terça-feira, um quarto dos recursos obtidos com a exploração de petróleo seria destinado à saúde.

“O governo é favorável aos 100% dos royalties do petróleo (para a educação), mas evidentemente vamos respeitar a decisão do Congresso”, afirmou o ministro. O texto ainda precisa tramitar no Senado, onde já está sendo discutido o Plano Nacional de Educação que, no momento, aponta como fonte de financiamento a integralidade dos royalties.

 

“Vamos aguardar a decisão do Congresso Nacional. Essa matéria ainda vai ao Senado”, ponderou. “Estamos colocando a nossa visão de governo sobre o papel estratégico da educação”, garantiu o ministro. “Por que a educação? Porque a educação vai criar base para que a gente possa viver em uma economia sem petróleo.”

 

Em diversas oportunidades, Mercadante defende o financiamento por meio dos recursos do petróleo sob o argumento de que o País precisa evitar sofrer com a “Doença Holandesa”. A expressão é comumente usada para se referir a nações que não aproveitam os recursos finitos para investimentos duradouros