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Números negativos apontam para a Ribeira dos Icós, no quesito mortalidade de crianças e adolescentes por acidente de transporte e os homicídios, entre os anos de 200 0 e 2010.
Os dados são da nova edição do Mapa da Violência, elaborado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz e editado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais [Flacso] e o Centro Brasileiro de Estudos Latino-americanos [Cebela].

Os números não culpam uma gestão ou as Prefeituras dos milhares de Municípios, apontam problemas que são das alçadas Municipal, Estadual e Federal, e que devem ser tratados em conjunto. Antes que seja tarde demais. Em ano de eleição, um tema para ser colocado em pauta.

100 MAIORES TAXAS DE MORTALIDADE ENTRE JOVENS DO BRASIL – O destaque negativo do Icó ficou no estudo “Mapa da Violência – Crianças e Adolescentes do Brasil“, que verifica e analisa os dados da faixa etária e aponta o Brasil como o 4º quarto país mais violento e o 12º com mais mortes em acidentes de trânsito.

A pesquisa analisa todos os municípios do Brasil, divididos nas 27 Unidades Federadas, 27 Capitais, 33 Regiões Metropolitanas e destacando os municípios com elevados níveis de violência.

No tocante ao quesito “Mortalidade por Acidentes de Transporte“, os dados comparam os anos de 2000 e 2010 e apontam os 100 municípios com as maiores taxas de mortalidade de crianças e adolescente por acidentes de transporte. Fizeram parte do estudo as localidades com mais de 20 mil crianças e adolescentes de 1 a 19 anos de idade.

Nesta caso, entre os 100 municípios com as maiores taxas, o 53º no ano de 2010 foi o Icó. Com uma população de 23.902 crianças e adolescentes entre 1 e 19 anos, foram registrados naquele ano cinco óbitos, resultando em uma taxa de 20,9 por 100 mil, colocando como terceira pior taxa do Ceará, atrás de Barbalha e Sobral [tabela abaixo] e com taxa mais alta que o país mais problemático com relação a essa mortalidade [tabela 2].

Conforme a pesquisa, a inclusão na lista “negra” não implica responsabilizar o município pelos fatos apenas, mas também podem apontar problemas conjuntos com os poderes federal e estadual.

HOMICÍDIOS AUMENTAM – O estudo apontou que o município icoense seguiu uma tendência do Ceará, com o aumento de 13 para 15 homicídios em uma década. Apesar do crescimento da população ser uma das justificativas para o crescimento, se faz necessário dois apontamentos.

O primeiro diz respeito à taxa de homicídio, que teve aumento de 20,8 para 22,9, um valor que piorou e que está acima da média do interior do Ceará, apesar de abaixo da média cearense e brasileira.

Outro fator que deve ser citado trata dos municípios cearenses de porte semelhante ao Icó. Fazendo uma rápida comparação [dados abaixo], apenas Morada Nova supera em quantidade e taxa o Icó. Nos outros casos, houve aumento ou estagnação, mas seguem com melhores índices que os icoenses.