Adriana Veloso

Doutoranda em Ciência Política (UnB), bolsista Capes e integrante do grupo de pesquisa Democracia e Desigualdades (Demodê). É mestre em Design de Interação pela Universidade de Brasilia (2014), Especialista em Design de Interação pela PUC Minas (2011) e bacharel em Comunicação Social – Jornalismo – pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (2008). Trabalhou como consultora de cultura digital para o Ministério da Cultura (MinC) durante a implementação do Programa Cultura Viva, entre 2005 e 2009. Atuou em Minas Gerais no Plug Minas (2010) e Escritório de Prioridades Estratégicas (2012), ambos do governo estadual de MG. Em 2014, foi consultora do MinC e do Ministério da Justiça, na Secretaria de Assuntos Legislativos, cobrindo a aprovação do Marco Civil da Internet e as atividades do Projeto Pensando o Direito. Foi coordenadora do MinC (2015-2016) na Secretaria de Articulação Institucional e na Secretaria de Políticas Culturais.

 

Alexandre Barbalho

Possui licenciatura em História pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), bacharelado em Ciências Sociais e mestrado em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Estágio pós-doutoral em Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. É professor adjunto do curso de História e dos PPGs em Sociologia e em Políticas Públicas da UECE e em Comunicação da UFC. Tem experiência nas áreas de Política, Cultura e Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: política cultural, política de comunicação, mídia e cidadania, mídia e minorias, mídia e política, elites. É autor, entre outros, de: Relações entre Estado e cultura no Brasil (1998); Cultura e imprensa alternativa (2000); A modernização da cultura (2005); A criação está no ar: Juventudes, política, cultura e mídia (2013 – edição em espanhol: La creación está en el aire: juventudes, política, cultura y comunicación (2014.); Democracia radical e pluralismo cultural. Para ler Chantal Mouffe. (2015), Política cultural e desentendimento (2016) e Cultura e democracia (2017). É organizador de Brasil, brasis: Identidades, cultura e mídia (2008) e co-organizador, entre outros, de: Comunicação e cultura das minorias (com Raquel Paiva, 2005 edição em espanhol: Comunicación y cultura de las minorías, 2012); Políticas Culturais no Brasil (com Albino Rubim, 2007); Comunicação para a cidadania: Questões teóricas e metodológicas (com Bruno Fuser e Denise Cogo, 2010), Comunicação e cidadania: Questões contemporâneas (com Bruno Fuser e Denise Cogo, 2011); Cultura e desenvolvimento: Perspectivas políticas e econômicas (com Lia Calabre, Paulo Miguez e Renata Rocha, 2011); Federalismo e políticas culturais no Brasil (com Lia Calabre e José Márcio Barros, 2013); Infância, juventude e mídia. Olhares luso-brasileiros (com Lídia Maropo, 2015) e Políticas culturais no governo Dilma (com Albino Rubim e Lia Calabre, 2015).

Alyne Costa

Possui graduação em Comunicação Social (habilitação Relações Públicas) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2005), mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2014) e doutorado em Filosofia também pela PUC-Rio (2019). Sua pesquisa se concentra na área de Filosofia e a Questão Ambiental, com ênfase no Antropoceno e na catástrofe ecológica global, considerando também as repercussões do tema na antropologia e na política. Foi bolsista do Programa de Doutorado-sanduíche no Exterior da Capes de abril de 2017 a janeiro de 2018, período em que esteve vinculada à Universidade Paris Nanterre. Foi bolsista Nota Dez da FAPERJ (2016-2018). Tem experiência também nas áreas de comunicação social, responsabilidade social e sustentabilidade. Atualmente, é pós-doutoranda do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, com pesquisa sobre mudanças climáticas, negacionismo climático e seu enfrentamento no Brasil, e é professora horista de filosofia na PUC-Rio. Também é membro da Rede Brasileira de Mulheres Filósofas (https://www.filosofas.org/), onde coordena a Série de Vídeos Prêmio Filósofas. Sua tese foi a vencedora do Prêmio Capes de Tese 2020 na área de Filosofia.

 

Eliane Costa

Consultora nos campos da Gestão Cultural, Cultura Digital, Políticas Públicas e Políticas de Patrocínio. Foi, de 2003 a 2012, Gerente de Patrocínios da Petrobras, responsável pela concepção, implantação e gestão do Programa Petrobras Cultural. Coordena o MBA em Bens Culturais: Cultura, Economia e Gestão da FGV-Rio. Doutora em História das Ciências, das Técnicas e Epistemologia (HCTE/UFRJ), Mestra em Bens Culturais e Projetos Sociais (CPDOC/FGV), com MBA Executivo em Comunicação (ESPM/2003) e Pós-Graduação Stricto Sensu em Engenharia de Sistemas (COPPE-RJ, 1984). Graduada em Física (PUC-RJ, 1974), com extensão em Análise de Sistemas (Petrobras, 1975).

 

Eloiza Gurgel Pires

É artista visual, com formação em Artes Visuais e especialização em Linguagens Artísticas e Educação pela Faculdade Brasileira de Teatro / Faculdade de Artes. Possui mestrado e doutorado em educação pela Universidade de Brasília UnB. Atualmente é pesquisadora e professora adjunta do Departamento de Educação da Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro FFP/UERJ. Participou de exposições coletivas, individuais e salões de artes visuais em vários estados do Brasil. No trânsito indisciplinado por diferentes campos, suas pesquisas e publicações discutem as relações existentes entre os processos culturais da contemporaneidade e a educação a partir das poéticas urbanas, do binômio história/memória, da estética e da arte e das linguagens midiáticas, especialmente das linguagens audiovisuais. É autora de “O aprendizado da cidade: limiares e poéticas do urbano”, tese de doutorado publicada pela Editora Annablume. É coordenadora do grupo de estudos e de experimentação de linguagens Arte, Educação e Cultura Visual: Interconexões, Práticas e Reflexões – FFP/UERJ. É colaboradora dos grupos de pesquisa Polifonia e Café com Currículo FFP/UERJ, e integra o Projeto TEAR – Núcleo de Trocas e de Experiências de Ensino e Ações Exensionistas em São Gonçalo – RJ, e Regiões Adjacentes FFP/UERJ.

 

Flavio Aniceto

Mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea da Fundação Getúlio Vargas-FGV; Bacharel em Ciências Sociais com Ênfase em Política e Produção Cultural pelo Instituto de Humanidades da Universidade Cândido Mendes. É assessor, consultor e professor de políticas públicas para à cultura e produção cultural e artística com participação ativa em seminários, ministrando aulas, orientando trabalhos acadêmicos, publicando artigos em periódicos e outros. Também atua como produtor, criador e divulgador de shows, espetáculos musicais e teatrais, e com forte atuação em ações culturais de base comunitária – entre as quais o Festival da Guanabara, que coordena e o Jornal A Ilha, no qual colabora, ambos na Ilha de Paquetá/RJ, onde reside. Atualmente é um dos assessores técnicos da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro – ALERJ.

Gesuína Leclerc

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Mato Grosso (1992) e em Letras – Língua Francesa e Respectiva Literatura/LET pela Universidade de Brasília (2020), Especialista em Educação (1997), Mestra em Educação (1999) e Doutora em Educação (2007) pela Universidade Federal da Paraíba. É analista técnica de políticas sociais, da Carreira de Desenvolvimento de Políticas Sociais, com lotação no Ministério da Educação. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: educação integral, Programa Mais Educação, gestão democrática, estado, jornada escolar e educação profissional e tecnológica, formação profissional em serviço e educação a distância.

Ícaro Vidal

Graduado em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense, mestre em “Crossways in European Humanities” pelas Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Santiago de Compostela e University of Sheffield e em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, doutor em “Cultural Studies in Literary Interzones” pelas Université de Perpignan Via Domitia e Università degli studi di Bergamo e em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente realiza estágio pós-doutoral PNPD/Capes no Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como curador de exposições e escritor, com artigos publicados em periódicos acadêmicos e especializados na América Latina e na Europa. É pesquisador do Centro Interdisciplinar de Semiótica da Cultura e da Mídia (CISC/PUC-SP), do JUVENÁLIA/ESPM-SP e do MediaLab UFRJ.

 

Juliana Lopes

Professora, pesquisadora e gestora em Cultura. É doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da UFRJ, com pesquisa sobre o reconhecimento da produção cultural das favelas e periferias do Rio de Janeiro nas políticas públicas de cultura brasileiras. Cursou o mestrado em Bens Culturais e Projetos Sociais no CPDOC/FGV e é graduada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Atualmente, é professora de produção cultural do Instituto Federal de Brasília, onde atua nos cursos técnicos de produção audiovisual. Atuou como gestora no Ministério da Cultura (MinC), na Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (SEC-RJ) e na Secretaria Municipal de Cultura de Nova Iguaçu, com programas e projetos voltados para a valorização da diversidade e da democratização cultural. Foi consultora do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD) para elaboração da Política de Promoção e Acesso à Cultura no Sistema Prisional. Tem experiência com projetos formativos na área da Cultura, como no Curso de Formação de Gestores Públicos e Agentes Culturais (SEC-RJ/MinC), Diálogos em Produção Cultural (Departamento Nacional do SESC) e como coordenadora e professora da Especialização em Cultura e Educação da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil). Trabalha e pesquisa temas relacionados à política cultural, produção cultural, cultura e educação, ONGs e coletivos, juventudes, favelas e periferias.

 

Lia Calabre

Graduada em História pela Universidade Santa Úrsula (1988), mestre em História pela Universidade Federal Fluminense (1999), Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense (2002). Pesquisadora Titular da Fundação Casa de Rui Barbosa, coordenadora do setor de políticas culturais da Fundação Casa de Rui Barbosa (2003-2014). Coordenadora da Cátedra UNESCO de Políticas Culturais e Gestão. Professora do Mestrado Profissional Memória e Acervos da FCRB (PPGMA). Professora do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades da Universidade Federal Fluminense (PPCULT-UFF). Professora colaboradora nos MBAs de Gestão Cultural e Produção Cultural da FGV-RJ e UCAM. Presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa (2015-2016). Organizadora do Seminário Internacional de Políticas Culturais (desde 2010). Autora de livros, artigos e materiais didáticos, nacionais e internacionais, sobre políticas culturais. Tem experiência na área de políticas culturais, história cultural e política, com ênfase em Políticas Públicas de Cultura, atuando principalmente nos seguintes temas: políticas públicas de cultura, política cultural, gestão cultural.

 

Luana Vilutis

Educadora, socióloga e pesquisadora nas áreas de cultura, economia solidária e políticas públicas. Doutora em Cultura e Sociedade (UFBA), Mestre em Educação (USP) e Graduada em Ciências Sociais (PUC/SP). Integra a equipe da FLACSO Brasil desde 2014 onde atualmente é professora assistente do Mestrado semipresencial Estado, Governo e Políticas Públicas, realizado em parceria com a Fundação Perseu Abramo. Na Escola de Administração da UFBA foi professora conteudista e tutora da Formação para Elaboração de Planos Municipais de Cultura (2011-2017). É pesquisadora do Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura – CULT/UFBA e do Observatório da Diversidade Cultural – ODC.

Luz Stella Rodríguez Cáceres

Antropóloga pela Universidade Nacional de Colômbia (2001). No seu país de origem se iniciou na Antropologia a partir da pesquisa das relações interétnicas e raciais e os conflitos ambientais na Costa Pacífica da Colômbia. Trabalhou com direitos humanos para os grupos étnicos da região do Pacífico e com diversas agências do Estado colombiano dedicadas à demarcação de territórios étnicos e à proteção de suas terras e patrimônios no marco do conflito armado colombiano. Mestre e Doutora em Geografia Humana pela UFRJ, onde se aproximou da problemática das comunidades quilombolas, a questão patrimonial e ambiental. No pós-doutorado, pesquisou as narrativas de memórias, paisagens e patrimônios dos pequenos agricultores do Quilombo Cafundá-Astrogilda no meio dos conflitos com o Parque Estadual da Pedra Branca/RJ. Posteriormente a pesquisadora esteve vinculada como pós-doutoranda no PPCIS da UERJ onde se debruçou pelas políticas da memória para afrodescendentes, a constituição e formação de coleções etnográficas referentes à afrodescendência em museus no marco da patrimonilaização mundial do Cais do Valongo. Na atualidade desenvolve a pesquisa “Memórias do Paladar – A cozinha dos Imigrantes no Brasil”. É membro e pesquisadora do Museu Afro-digital da UERJ e membro permanente do Grupo de Estudos Afrocolombianos do Departamento de Antropologia da Universidade Nacional de Colômbia.

 

Mara Pereira

Doutoranda em Educação, na linha Educação, Formação Humana e Políticas Públicas, pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Mestre em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Especialista em História da Arte e Arquitetura no Brasil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Graduada em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Coordenou o Programa de Educação da Biblioteca Parque Estadual, no Rio de Janeiro. Implantou e coordenou o Programa de Educação da Fundação Eva Klabin – RJ. Coordenadora de ações e conteúdo do Núcleo Experimental de Educação e Arte, do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ). Coordenadora de Ações Educativas do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB-RJ), Educadora-Supervisora do Museu de Arte do Rio. Educadora do Paço Imperial, Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC-Niterói) e Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB-RJ). Coordenadora de projetos de educação e artes visuais nas Prefeitura de São João de Meriti e de Nova Iguaçu. Realizou laboratórios na formação de mediadores da 8ª e 9ª Bienais de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre. Ministrou aulas sobre Arte, Educação e Mediação Cultural na Pós-Graduação de Arte e Cultura da Universidade Cândido Mendes, SESC Teresópolis, SESC São João de Meriti e para o SESC Nacional. Integra o grupo de pesquisa Infância, Educação, Cultura e Sociedade (IESC) na Universidade Federal do Espírito Santo. Trabalhou como orientadora na Licenciatura em Artes Visuais EAD da UFES e como colaboradora do Raiz Forte Espaço de Criação, em Vitória/ES, desenvolvendo o projeto Ku sanga: infâncias e relações étnico-raciais, em parceria com Tatiana Rosa. Áreas de interesse: Educação em Museus, Centros Culturais e Bibliotecas; Arte Contemporânea; Educação Infantil e políticas públicas; Educação e Relações Étnico-Raciais; Literatura Infantil; Mediação Cultural.

 

Márcio Sousa

Graduado em Pedagogia pelo Instituto de Ciências e Pesquisa – ICESP de Brasília, atua no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos como Coordenador Técnico da Coordenação Geral de Acompanhamento de Programas. Possui formação em Execução Orçamentária via Convênios/SICONV pela Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, Prestação de contas de convênios pelo Tribunal de Contas da União – TCU e Noções Gerais sobre Transferências Voluntárias pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. No MMFDH é responsável pela elaboração, acompanhamento da execução e prestação de contas de convênios firmados com Estados, municípios e organizações da sociedade civil. Pela Flacso Brasil atuou como educador do Curso de Formação de Gestores Públicos (FORGEP), ministrando oficinas de Sistema de Convênios – SICONV, entre 2013 e 2015.

 

Maria de Nazaré Zenaide

Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal da Paraíba (1980), mestrado em Serviço Social na área de Concentração em Políticas Sociais pela Universidade Federal da Paraíba (1986). Especialista em Saúde Pública e Psicologia Social. Doutorado em Educação, Linha de Pesquisa em Políticas Educacionais, pela Universidade Federal da Paraíba (2010). Atualmente é membro do Grupo de Pesquisa da Pedagogia Paulo Freire (GEPPF/UFPB) e do Grupo de Pesquisa Memória, Política e Direitos Humanos (CCHLA/UFPB). É membro da Comissão Municipal da Verdade de João Pessoa e da Comissão da Verdade da UFPB. Atuou como membro do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos de 2003-2018. É membro da Comissão de Direitos Humanos, do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos e da Comissão Gestora do Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos no âmbito da UFPB. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação em Direitos Humanos, atuando principalmente nos seguintes temas: direitos humanos e políticas públicas, educação em direitos humanos, educação popular e direitos humanos, memória e verdade, violência social e escolar, segurança cidadã.

 

Maria do Pilar Lacerda

Graduada em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1979) e especialista em Gestão de Sistemas Educacionais pela PUC Minas (2001). Entre 1976 e 2001 atuou como professora de história na educação básica. De 1993 a 1996, foi diretora do Centro de Formação Profissional da Educação na Prefeitura de Belo Horizonte. Entre 2002 e 2007 esteve a frente da Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Belo Horizonte e em 2005 elegeu-se Presidente Nacional da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Undime, exercendo mandato até 2007. Neste período liderou o movimento nacional em defesa dos recursos do Fundeb para a Educação Infantil. No Ministério da Educação entre 2007 e 2012, foi Secretária da Educação Básica. Atualmente é diretora da Fundação SM Brasil.

 

Marisa S. Mello

Possui graduação em História pela Universidade Federal Fluminense (2002), mestrado (2005) e doutorado (2012) em História pela mesma Instituição. De 2013 a 2018, realizou o pós-doutoramento no Programa de Pós Graduação em Cultura e Territorialidades (PPCult) na UFF, onde atuou como professora na graduação e na pós-graduação, e ainda como orientadora e pesquisadora. A partir de 2008, começou a trabalhar na criação, elaboração, planejamento, coordenação e gestão de projetos culturais e educativos; produção na área de artes plástica, na produtora Automática Produção Contemporânea. Atua também, desde 2010, como coordenadora e produtora editorial de publicações, como livros e catálogos. Investiga, principalmente, os seguintes temas: história e literatura; cultura e territorialidades; projeto cultural; políticas culturais e gestão cultural; intelectuais; práticas de leitura na contemporaneidade; bibliotecas.

 

Marjorie Botelho

Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense e graduada em Psicologia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Coordena o Instituto de Imagem e Cidadania que desenvolve atividades voltadas para a preservação da cultura presente nas áreas rurais e para o fortalecimento da juventude rural, tendo executado projetos em parceria com o Ministério da Cultura, FUNARTE, IBRAM, UFRRJ, SESC RIO, Ministério de Trabalho, Associação de Apoio ao Programa Comunidade Solidária, Agenda Social Rio/Base, FASE/SAAP, Fundo Ângela Borba, entre outros. Integrou o Conselho Nacional de Juventude, o Conselho Estadual de Juventude e a Comissão Nacional de Pontos de Cultura. Gerencia o equipamento educativo de cultura na comunidade rural de Santo Antônio (Bom Jardim/RJ) que possui um Ecomuseu Rural e uma Biblioteca de Artes Visuais, tendo sido reconhecido como Ponto de Cultura, Ponto de Leitura, Ponto de Memória, Pontinho de Cultura e Pontão de Cultura Rural. Também atuou como pesquisadora no Observatório da Juventude/UFF; no Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais (PÓLIS); no Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) e no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em pesquisas envolvendo juventude e passe livre, orçamento participativo, juventudes Sul-Americanas e fortalecimento da juventude rural. Atuou como consultora e avaliadora de políticas públicas e projetos com juventude em programas como Agente Jovem, Sentinela, PETI, Vida Nova, Fórum de Juventudes do RJ, Fórum Nacional de Movimentos e Organizações Juvenis e Geração Hip Hop. Fez parte do Comitê de Sistematização do Projeto Bairros do Mundo Histórias Urbanas da Association Quartiers du Monde (França) envolvendo jovens do Senegal, Mali, Marrocos, Espanha, França, Colômbia, Bolívia e Brasil. Integrou a equipe de formação do Projeto Cooperação Juvenil Sul-Sul, organizado pelos Conselhos de Juventude da Espanha e de Portugal na 11ª Escola de Trabalho Internacional, e do Projeto de formação profissional para jovens na província de Cabinda em Angola. Atualmente integra a Rede Nacional de Pontos de Cultura e Memória Rurais.

 

Mônica Hoff

Doutoranda em Artes Visuais no PPGAV/Universidade do Estado de Santa Catarina. Mestre em Artes Visuais (2014), especialista em Pedagogia da Arte (2008) e bacharel em Artes Plásticas (2002) pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atua como artista, curadora e pesquisadora, com pesquisa no âmbito das relações entre arte e educação no contexto artístico contemporâneo, com especial atenção para temas como mediação cultural, públicos, metodologias artísticas, pedagogias experimentais, curadoria educativa e programas públicos. De 2006 a 2014, foi responsável pela coordenação geral do Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul (POA/BR), atuando também como curadora de base na 9ª edição do evento (2013). Desde então vem colaborando com instituições culturais nacionais e internacionais como Matadero Madrid, Museo Picasso Málaga, Liverpool Biennial, Bienal da Bahia, Colección Cisneros, New Museum/NY, De Appel Arts Centre, NC-Arte, Alumnos 47, Museu de Arte do Rio (MAR), 32a Bienal de São Paulo, MASP, SESC, Fondazione Antonio Ratti, Museo Thyssen-Bornemisza, MACBA, MALBA, Parque Lage, MUAC, Museo Reina Sofía, Bienal FEMSA, Itau Cultural, entre outras. Em 2011 e 2013, respectivamente, organizou as publicações Pedagogia no campo expandido, com Pablo Helguera; e A Nuvem e Manual para Curiosos, com Sofía Hernandez Chong Cuy.

 

Renata Montechiare

Doutora e mestre em Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, bacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense. Coordenadora do Programa Estudos e Políticas de Cultura e Diversidade da Flacso Brasil e editora da Série Cadernos Flacso. Pesquisadora do Laboratório de Antropologia da Arquitetura e Espaços (IFCS/UFRJ) e do Núcleo de Antropologia dos Objetos (IFCS/UFRJ). Foi professora substituta de Planejamento Cultural na Universidade Federal Fluminense, em Niterói/RJ e Rio das Ostras/RJ. Recentemente coordenou o curso de formação Juventude e Educação: identidades e direitos (Flacso Brasil/Instituto Unibanco, 2019), organizou o livro de mesmo nome, e organizou o Caderno Flacso Cultura e Educação (2018). Atua como pesquisadora nas áreas relacionadas à antropologia, produção cultural, cultura e educação, patrimônio e museus, objetos e coleções, pós-colonialismo.

Silvana Bahia

Mestre em Cultura e Territorialidades pela Universidade Federal Fluminense, possui graduação em Comunicação Social com ênfase em jornalismo. Bolsista (Fundação Ford/FUJB) do Grupo de Pesquisa em Políticas e Economia da Informação e da Comunicação da ECO/UFRJ. Pesquisadora associada do Grupo de Arte e Inteligência Artificial da USP. Codiretora executiva do Olabi, organização focada em inovação social e tecnologia, onde coordena uma série de iniciativas ligadas ao movimento maker e ao combate ao racismo, como a PretaLab – iniciativa que estimula a inclusão de meninas e mulheres negras e indígenas no universo das tecnologias. Integra os conselhos das organizações Gênero e Número, Datalabe, Mulheres Negras Decidem e Coding Rights. A primeira selecionada para o programa Lauttasaari Manor Residency na Finlândia, colaborando por três meses com o projeto Anti-Racism Media Activist Alliance (ARMA) em Helsinque. Em 2019 codirigiu o documentário Quadro Negro, sobre a trajetórias de estudantes negros na universidade. Foi facilitadora da Maratona RodAda Hacker – oficinas de empoderamento feminino em novas tecnologias, coordenou o plano de comunicação do filme KBELA – vencedor de melhor curta-metragem da diáspora africana, concedido pela Academia Africana de Cinema. Colaboradora na Afroflix – plataforma colaborativa que reúne, organiza e disponibiliza gratuitamente produções audiovisuais que tenham pelo menos uma pessoa negra como realizadora.