A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM) e o Fórum
das Entidades Nacionais de Direitos Humanos (FENDH) realizarão, nos
dias 17 e 18 de agosto próximo, o Encontro Nacional de Direitos Humanos 2005 - Direito Humano à Comunicação: Um Mundo, Muitas Vozes

Ofício 701/2005 Brasília, 02 de agosto de 2005
Prezado(a) Senhor(a),
Convidamos Vossa Senhoria a participar
do Encontro Nacional de Direitos Humanos 2005 - Direito Humano à
Comunicação: Um Mundo, Muitas Vozes, em 17 e 18 de
agosto próximo, no auditório Nereu Ramos, da Câmara
dos Deputados, em Brasília. A promoção é
da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara
(CDHM) e do Fórum das Entidades Nacionais de Direitos Humanos
(FENDH), com o apoio de instituições como a
Subsecretaria de Direitos Humanos, a Comissão de Direitos
Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, a
Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, a Unesco e a
Universidade de Brasília (UnB), e terá lugar no
auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados, em
Brasília. Participarão membros de organizações
de Estado e da sociedade, além de outras pessoas ligadas à
luta pelos direitos humanos.
O Encontro mantém a tradição
anual, criada pela parceria da CDHM, o movimento social e
organizações do setor, de ser um espaço nacional
com a finalidade de avaliar a situação dos direitos
humanos no Brasil, propiciar a troca de experiências e idéias,
formular políticas públicas e desencadear mobilizações.
A 9ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, realizada
em 2004, deliberou que as conferências passariam a ser bienais,
agendando a próxima para 2006. Enquanto na Conferência
os participantes são eleitos em assembléias nos
Estados, no Encontro participam todos os interessados, sem condições
prévias.
A Organização do
Encontro manteve na programação os assuntos de
interesse permanente e elegeu, como tema central deste ano, o Direito
Humano à Comunicação, por sua atualidade e
importância para a sociedade e para os diferentes segmentos da
luta pelos direitos humanos.
Os temas dos nove Grupos de Trabalho
corresponderão aos objetos de documentos e visitas oficiais de
monitoramento de direitos no Brasil este ano: Convenção
sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação
contra a Mulher; Relatório da sociedade brasileira sobre
implementação do Pacto Internacional de Direitos
Humanos Econômicos, Sociais e Culturais; Combate à
tortura; Proteção aos defensores dos direitos humanos;
Direito Humano à Comunicação; Violação
dos direitos humanos na mídia: Educação e
Comunicação em Direitos Humanos; Avaliação
de políticas públicas de direitos humanos; e Estado
federal e implementação dos tratados internacionais de
direitos humanos.
O acesso ao evento é livre. As
despesas individuais dos participantes correrão por conta dos
mesmos ou de suas entidades. Um documento com recomendações
será aprovado ao final e encaminhado às autoridades
responsáveis pelos assuntos tratados. Serão fornecidos
certificados oficiais de participação. As inscrições
poderão ser feitas pelo sítio www.camara.gov.br/cdh
(quadro com o título “Encontro Nacional de Direitos Humanos:
Direito Humano à Comunicação”) ou pelo
telefone: 061.3216.6570 ou 6571. Acesse o sítio ou telefone e
leia a programação anexa.
Deputada Iriny Lopes Ivônio
Barros
Presidente da CDHM
Coordenador do FENDH
PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira, 17 de agosto
8h30 - Abertura
Cerimônia com a paresença
na mesa de autoridades de todos os poderes da República e
representações da sociedade civil.
9h30 – Apresentação
cênica Muitas Vozes
10h30 – Painel principal: Nova Ordem
da Informação e Direitos Humanos: trajetória
histórica do conceito
Auditório Nereu Ramos
Expositores:
Marco Antonio Rodrigues Dias
(Universidade das Nações Unidas)
José David Salomão Amorim
(Iesb)
Murilo César Ramos (Lapcom-
Universidade de Brasília)
Debatedores: Cicília Peruzzo
(Intercom) e Luiz Gonzaga Motta (Núcleo de Estudos de Mídia
e Política - UnB)
14h15 às 17h - Painéis
Simultâneos
Os locais serão informados
durante o painel principal
Painel 1 - Direito Humano à
Comunicação e Políticas Públicas
Serão debatidas as iniciativas do Estado e da sociedade
civil para garantir o Direito Humano à Comunicação,
entendido como o direito que a pessoa tem de se expressar,
manifestando sua identidade civil, política, econômica,
social e cultural. Também serão discutidas medidas que
visem assegurar que concessionários de radiodifusão e
outros veículos de comunicação respeitem os
direitos humanos em suas programações, sem prejuízo
da liberdade de expressão.
Coordenador: Dep. Orlando Fantazzini
(PT-SP)
Expositores: Sérgio Murillo de
Andrade (Fenaj-FNDC) e Gustavo Gindre (Indecs)
Debatedores: João Brant (Cris) e
Ela Wiecko Volkmer de Castilho (PFDC-MPU)
Painel 2 - A Importância da
Comunicação na Educação em Direitos
Humanos
Espaço de poder e sociabilidade,
a mídia atua na formação da opinião
pública em relação a valores, crenças e
atitudes. Seu potencial para a educação em direitos
humanos é tão forte quanto sua capacidade de difundir
estereótipos contrários às conquistas expressas
na Declaração Universal e na legislação
em vigor. Como influir para que a mídia seja parceira nos
esforços de educação para os direitos humanos?
Coordenador: Deputado Leonardo Mattos
(PV-MG)
Expositores: Aída Monteiro
(Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos)
e Ricardo Henriques (Secretaria de Educação Continuada,
Alfabetização e Diversidade)
Debatedores: Mara Régia
(Radiobrás) e Washington Araújo (Senado Federal)
Painel 3: Gênero, Raça e
Etnia na comunicação
A mídia parece desconhecer os
impactos das desigualdades entre gêneros e raça. Mas não
está sozinha nesta miopia: estudiosos também deixam de
olhar esses aspectos com a devida nitidez. A mídia sabe cobrir
o poder, sobretudo no plano político. Mas quando é
pautado um debate sobre educação ou saúde,
poucos na redação pensam em procurar lideranças
comunitárias em busca de propostas inovadoras que estão
sendo desenvolvidas país afora. Isto quer dizer: é
preciso levar aos meios de comunicação o mapa da
sociedade civil junto aos recortes de gênero e de raça
do povo brasileiro.
Coordenador: Dep. Luiz Alberto (PT-BA)
Expositoras: Nilza Iraci (Geledés,
Instituto da Mulher Negra) e Jacira Melo - Instituto Patrícia
Galvão (Comunicação e Mídia)
Debatedores: Guacira César de
Oliveira (Cfemea) e Iradj Eghrari (Comunidade Baha"i)
Painel 4: Estado Federal e a
implementação dos tratados sobre direitos humanos
Os instrumentos de defesa,
proteção e promoção dos direitos humanos
têm sido ratificados na mesma medida em que crescem as
dificuldades de implementá-los no âmbito do Estado
Federal, compreendido a União, Estados e Municípios e
as responsabilidades de todos os entes federados diante da violação
dos direitos humanos no Brasil. As novas recomendações
e decisões decorrentes dos mecanismos de fiscalização
e monitoramento do sistema internacional de direitos humanos requerem
do Estado medidas para superar dificuldades de implementação,
assegurando-se assim a realização dos direitos humanos.
Coordenador: Dep. Geraldo Thadeu
(PPS-MG)
Expositores: Flavia Piovesan (CDDPH) e
Eugênio Aragão (MPU)
Debatedores: José Francisco
Sales (Conselho Nacional dos Procuradores Gerais de Justiça) e
Jaime Benvenuto (Gajop)
17h – 17h15 – Intervalo para café
17h15 às 19h30: Grupos de
Trabalho
Os nove Grupos de Trabalho
corresponderão aos objetos de documentos da sociedade civil e
visitas oficiais de monitoramento de direitos no Brasil este ano.
1. GT Convenção sobre a
Eliminação de Todas as Formas de Discriminação
contra a Mulher
Esse
GT pretende identificar a real situação das mulheres
brasileiras, em especial daquelas em desvantagem social: índias,
negras, encarceradas, empregadas domésticas, trabalhadoras
rurais, lésbicas, jovens, idosas, trabalhadoras, e avaliar a
eficácia das ações e políticas do Estado
em cumprimento às recomendações do Comitê
para a eliminação da discriminação contra
a mulher (CEDAW). A Recomendação Geral nº 25 desse
Comitê, ocorrida na 30.ª sessão em janeiro de 2004,
reconhece que a situação da mulher não melhorará
enquanto as causas da discriminação e de sua
desigualdade não forem abordadas de maneira efetiva e insta os
Estados a estabelecer políticas de caráter temporário
(ações afirmativas) para eliminar as causas e
conseqüências da desigualdade de fato (substantiva).
Os
Estados têm, pois, a obrigação de implementar
políticas e práticas legislativa, administrativa e
judiciária. Segundo o Comentário Geral n.º 16 do
Comitê das Nações Unidas para os Direitos
Econômicos, Sociais e Culturais, na 34.ª Sessão,
ocorrida em 13 de maio de 2005, as práticas legislativas e
políticas dos Estados em parte têm sito neutras quanto
ao gênero e esta circunstância pode fracassar no
propósito de realizar a igualdade ou até mesmo
perpetuar as desigualdades existentes entre mulheres e homens, em
particular quanto às experiências no âmbito
econômico, social e cultural. Assim, o grupo também
pretende apontar medidas (políticas e legislativas) ao pleno e
efetivo cumprimento da Convenção para eliminar a
discriminação contra mulheres nas esferas pública
e privada e assegurar a igualdade de direito e de fato entre mulheres
e homens.
2.
GT Relatório da sociedade brasileira sobre implementação
do Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e
Culturais
O grupo tem por objetivo debater o
papel da sociedade civil no monitoramento dos compromissos assumidos
pelo Estado Brasileiro no que se refere ao Pacto Internacional dos
Direitos Humanos Econômicos, Sociais e Culturais, o Contra
Informe PIDCP (Pacto Internacional de Direitos Civis e Politicos) e o
Informe Alternativo PIDESC (Pacto Interncional de Direitos
Econômicos, Sociais e Culturais). Em recente informe, a
Representação Regional do Comitê de Direitos
Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas
para a América Latina e Caribe observou que, embora haja
alguns avanços desde a Constituição de 1988, o
Brasil ainda encontra-se em uma situação de pobreza
extrema, onde 42% da população vive em moradias
inadequadas, sem abastecimento de água suficiente ou
saneamento básico e 50% vive em comunidades não
estruturadas (assentamentos e moradias ilegais).
Outras inúmeras preocupações
relativas as violações aos direitos econômicos,
sociais e culturais foram relatadas pelo Comitê que recomendou,
em 2003, que o Estado Brasileiro adotasse medidas urgentes para
corrigir as discriminações contra afro-brasileiros,
povos indígenas, grupos minoritários e mulheres,
especialmente em matéria de emprego, saúde e educação,
e que no próximo informe apresentasse ao Comitê
informações pormenorizadas, inclusive com dados
estatísticos comparados.
3. GT Combate à tortura
O
grupo debaterá o relatório sobre tortura encaminhado ao
Comitê Contra a Tortura (CAT/ONU), visando socializar,
atualizar e complementar as informações. Para isso,
proporcionará um intercâmbio de informações
entre as entidades que atuam no combate à tortura. Não
obstante ser o Brasil signatário da Convenção
para eliminação da tortura e outros tratamentos e penas
cruéis, desumanos e degradantes, e de estar vigindo a Lei
9.455/97, a prática da tortura persiste nos distritos
policiais e nas prisões, conforme demonstrou o “Segundo
relatório brasileiro sobre o Pacto de Direitos Civis e
Políticos” apresentado às Nações
Unidas. Os Estados Parte da Convenção estão
obrigados a encaminhar relatório anualmente. Segundo o Guia
Geral para relatórios adotado pelo Comitê (CAT), os
relatórios deverão conter uma primeira parte com
informações relativas às ações do
Estado. Outra será dedicada à implementação
da Convenção, incluindo quaisquer mudanças na
legislação que prejudiquem a realização
dos objetivos da Convenção, casos judiciais que
influenciem na sua aplicação, além de medidas
políticas ou jurídicas de reparação ou
compensação às vítimas. Segundo o relator
especial da ONU contra a Tortura, trata-se de um problema global,
cuja solução resultará não da ação
isolada dos Estados, mas do esforço conjunto nos níveis
internacional, nacional e local, o que nos impõe a todos ampla
discussão na formulação de propostas para
eliminar a tortura no Brasil e a impunidade dos seus perpetradores.
4.
GT Violações de direitos humanos na mídia
O
grupo visa estabelecer um diálogo entre os militantes de
diversas áreas dos direitos humanos e militantes do direito
humano à comunicação para debater mecanismos de
exigibilidade voltados à proteção e combate à
violações veiculadas na mídia. O GT deverá
produzir um mapeamento dos mecanismos e órgãos
existentes (como o Ministério Público e a Campanha
"Quem financia a baixaria é contra a cidadania”) e
apresentar sugestões aos atuais e a novos instrumentos. Também
contribuirá nesse esforço, a sistematização
de experiências de respostas a representações
inadequadas de grupos minorizados e violações
explícitas dos direitos humanos nos conteúdos
veiculados pelos meios de comunicação.
5.
GT Direito Humano à Comunicação: conceituação
e indicadores
Este GT será mais voltado ao
aprofundamento e delimitação de quais conceitos
conformam o direito humano à comunicação e quais
indicadores podem ser usados como referência para a sua
realização. Buscará formulações
mais específicas sobre o direito humano à comunicação,
sua definição, delimitação e propostas
concretas de políticas e ações para sua efetiva
realização. Incluirá a busca de uma estratégia
de retomada do debate interrompido após a publicação
do relatório MacBride.
6. GT Educação e
Comunicação em Direitos Humanos
O grupo discutirá a primeira
versão do plano elaborado pelo Comitê Nacional de
Educação em Direitos Humanos (SEDH), destinado a
orientar as políticas públicas e ações da
sociedade nessa área. Pretende o grupo reunir os setores
interessados e apresentar propostas para o aperfeiçoamento da
versão final, a ser apresentada no final do ano. A orientação
para educação em Direitos Humanos é prevista em
vários instrumentos internacionais, como na Declaração
Universal dos Direitos Humanos, em seu art. 26, no Pacto de DESC,
art. 13, na Convenção sobre os Direitos da Criança,
no art. 29, e na Declaração de Viena (1993).
Caracteriza-se como processo de “treinamento e difusão de
informações destinadas à construção
de uma cultura universal dos direitos humanos, por meio de
experiências compartilhadas e mudança de atitudes
direcionadas ao fortalecimento do respeito aos direitos e liberdades
fundamentais, de tal forma a proporcionar o desenvolvimento completo
da personalidade humana e de seu senso de dignidade”.
A ONU adotou um programa de ação
para as décadas de 1984-2005 relativo à educação
em direitos humanos. Esse programa reúne cinco objetivos
básicos, dentre os quais o fortalecimento da mídia
popular. Recomenda que a educação em direitos humanos
seja ação conjunta de entidades no âmbito
internacional, regional, nacional e local, destinados a implementar a
informação pública que promova a compreensão,
tolerância, igualdade entre os sexos e amizade entre todas as
nações, pessoas indígenas e grupos raciais,
nacionais, étnicos, religiosos e lingüísticos.
7. GT Avaliação de
políticas públicas de direitos humanos
Em debate a execução do
II Plano Nacional de Direitos Humanos, a elaboração e
revisão do Plano Plurianual, a atual execução
orçamentária (a partir dos estudos do Inesc) e relatos
de experiências setoriais e de governos estaduais.
8. GT Estado Federal e implementação
dos tratados internacionais de direitos humanos
Este GT pretende aprofundar e delimitar
as implicações que todo o arcabouço de direitos
humanos, com seu marco legal e mecanismos de monitoramento e
fiscalização. Quais mecanismos podemos definir para a
efetiva realização desses instrumentos pelo Estado
Federal? Buscaremos formular propostas de políticas, ações
e a construção de novas institucionalidades? Como o
Estado brasileiro tem ratificado a maioria dos tratados de direitos
humanos e se submetido ao monitoramento e fiscalização,
torna-se necessário para o movimento social definir e
delimitar novos meios que assegurem a implementação
desses instrumentos.
9. GT Defensores de Direitos Humanos
Esse GT pretende levantar subsídios
para o Programa Nacional de Proteção aos Defensores de
Direitos Humanos que está em fase de elaboração,
além de reunir elementos para preparar informe à
relatora da ONU sobre o tema. Abordaremos aspectos como o próprio
conceito de defensor de direitos humanos, risco e vulnerabilidade
(morte e ameaças), criminalização do defensor,
unidade especial de defensores de direitos humanos/OEA. Em referência
a essa matéria, o informe 2004 do Observatório para a
proteção dos defensores de direitos humanos, órgão
instituído pela Federação Internacional de
Direitos Humanos (FIDH), revela que em todo o mundo, os defensores de
direitos humanos têm sofrido ameaças em sua “integridade
física e psicológica (tortura, ameaças de morte,
agressão, assassinatos)”, em particular em função
das políticas atuais de segurança dos Estados.
A Comissão Interamericana de
Direitos Humanos (OEA) e a Comissão Direitos Humanos (ONU) tem
revelado sua preocupação com a situação
dos defensores na América Latina, considerada uma das regiões
mais perigosas para estas pessoas. O art. 21, inciso 1.º e
2.ºda Declaração das Nações Unidas
dispõe que todas as pessoas têm o direito de participar
de ações pacíficas contra as violação
de direitos humanos e que é dever do Estado, por meio das
autoridades competentes, protegê-las de qualquer violência
ou ameaça no exercício desse direito. O debate,
portanto, tem por fim contribuir para a construção de
um sistema político e jurídico de proteção
efetiva aos defensores de direitos humanos no Brasil.
20h – Reunião do Fórum
das Entidades Nacionais de Direitos Humanos
Quinta-feira, 18 de agosto
Local: Auditório Nereu Ramos
8h45 – Lançamento de livros
Espaço aberto aos interessados
em lançar obras relacionadas a direitos humanos e comunicação
9h às 13h – Plenária
para apresentação de moções e denúncias
A palavra será aberta a todos os
que se inscreverem no próprio auditório para propor
moções, formular denúncias e informes
11h às 13h - GTs: revisão
e relatório
Os relatores dos Grupos de Trabalho
submeterão a primeira versão dos respectivos relatórios
aos integrantes do GT para receber a redação final
11h às 13h - Preparação
da “Carta de Brasília”
Uma comissão formada pelos
organizadores do Encontro e relatores dos GTs vão elaborar o
texto a ser submetido à plenária, contendo a síntese
dos debates nos GTs, painéis e plenárias
14h – Exibição do
vídeos
Em cartaz, Não é o que
parece, produzido pelo Conselho Federal de Psicologia e TV Futura,
Sua boca, produzido pelo CFEMEA, vídeo da campanha Onde você
guarda seu racismo e vídeos da Campanha CRIS
14h30 às 17h – Plenária
final
Apresentação dos
relatório de cada Grupo de Trabalho, debate e aprovação
da Carta de Brasília
17h – Encerramento
Entrega da Carta de Brasília ao
ministro das Comunicações, Hélio Costa, e ao
secretário de Direitos Humanos, Mário Mamede.
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