A psicologia do massacre

Miriam Abramovay, coordenadora de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, é uma das especialistas entrevistadas para o especial sobre violência publicado pelo UOL. “Há um aspecto teatral nos massacres, desde a escolha das roupas até as armas. É um exibicionismo que é parte da sociedade do espetáculo em que a gente vive”, afirma a socióloga.

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“Os jovens mudaram, e a escola não acompanhou”

Em entrevista à DW Brasil, Miriam Abramovay, coordenadora de Estudos e Políticas sobre a Juventude da Flacso Brasil, defende a criação de políticas que visem melhorar a convivência escolar e ajudem a identificar tendências violentas em jovens a fim de evitar ações extremas como o massacre de Suzano.

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Mais armas significam mais mortes ou reforçam a defesa?

Responsável pelo Mapa da Violência, o coordenador da Área de Estudos da Violência da Flacso Brasil, Julio Jacobo Waiselfisz, avalia que o Estatuto do Desarmamento freou a corrida às armas motivada pelo crescimento da violência urbana. Para ele, os indicadores podem disparar se mais armas estiverem circulando.

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